Rei das Nações

 

A Bíblia Sagrada

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- "No Princípio era o Verbo..." -
JS

(mp3 - 1,7MB)

Grandes e admiráveis são
As Tuas obras Ó YAOHUH UL
Justos e verdadeiros são
Os Teus Caminhos Ó Rei das Nações

Quem não temerá
E não engrandecerá
O Teu Nome, ó Altíssimo?
Somente Tu és Santo e,
Em conseqüência
Todas as nações virão
Se prostrarão em Tua presença
Por causa dos Teus atos de justiça
Que se fizeram manifestos
Ó Rei das Nações

Ó Rei das Nações, ó Rei das Nações
Quem não Te temerá, ó Rei das Nações
Ó Rei das Nações, ó Rei das Nações
Quem não engrandecerá o Teu Nome
Fiel
(mp3 - 2,6MB)

O coração de YAOHUH UL é fiel
Seu Reino é sobre terra e céu
Prazer na misericórdia Ele tem
Do trono dá ordens para o meu bem
Para o nosso acesso Ele rasgou o véu
E nos assentou com Ele no céu
De dia e noite Ele cuida de nós
Estando alegres, ou sentindo sós

Não dormitará Aquele que nos guarda
Não dormitará o Santo de Yaoshorul
Não dormitará Aquele que nos guarda
Não dormitará o Santo de Yaoshorul


Seus olhos estão em todo lugar
Sua bênção não cessa de derramar
Pra Te Adorar
(mp3 - 2,6MB)

Para Te adorar Altíssimo YAOHUH UL
Eu nasci e estou em Tua presença
Sonda-me, ó Pai,
Endireita os meus caminhos
Purifica o meu coração
Quero entrar no Teu santuário
Santifica-me para o Teu louvor

Todo o meu ser se alegra em Ti,
Ó Grande Rei!
És minha Paz, minha Segurança
Cada dia eu Te bendirei...
YAOHUSHUA Tu és digno
De honra e louvor, de toda adoração
Coroado estás, és Rei dos Reis
Que vives para sempre...
com toda honra...
Na Jornada Desta Vida
(mp3 - 2,9MB)

Na jornada desta vida
Sei que encontrarei
Duras provas, tentações
Desprezos, aflições
Confiando em Ti, sei que
Jamais vou desistir
Sei que estarás aqui
Sempre a me amparar

Quão grande alegria sinto
Em meu coração
De saber que em breve eu
Vou entrar em Tzyon
Gozo eterno onde reina
A paz e o amor
A Tua face eu verei
Num grande resplendor


Ansioso, espero o dia
De entrar no céu
E receber do Salvador
A minha coroa
Onde eternamente vou louvar
Teu Santo Nome
Alegrar-me-ei contigo
Para todo sempre
O Maor é YAOHUSHUA
(mp3 - 2,5MB)

Yaoshorul passou o Mar Vermelho
Maoroem com as moças cantou
E louvou o Maor dos Exércitos
O inimigo a água levou

O Maor é YAOHUSHUA
YAOHUSHUA, YAOHUSHUA
O Salvador é YAOHUSHUA
YAOHUSHUA, o Messias


Nós temos o Nome Santo
Que nos trouxe a Salvação
E louvamos este Nome
Que nos traz paz e perdão
Vitória
(mp3 - 3,7MB)

As mentiras brotam neste mundo
Para destruir
E os enganos brotam como espinhos
Para sufocar

Este mundo quer nos seduzir
E aprisionar
Sem justiça e sem compaixão
Quer nos afligir

Mas YAOHUSHUA vem para libertar
YAOHUSHUA vem para nos salvar
De todo mal


Andávamos como ovelhas que
Não têm apacentador
Sem rumo e sem direção

Mas YAOHUSHUA nos deu o poder
E a vitória sobre o mal

OFERTA ** Oferta de Emprego ** Lisboa e Vale do Tejo
    2008-09-11

O NOME DO MESSIAS


 


O NOME DO MESSIAS - Parte 1            Quiero leer en castellano Partes: 1 2 3 4 5 6 7 8    Próxima    Home
Considerações sobre identificação

"Identificação refere-se a um ou mais meios de se caracterizar ou selecionar um único objeto dentre muitos existentes". Quando falamos "objeto" não estamos nos referindo a uma peça física, no sentido em que a palavra é comumente usada, mas tratamos aqui do "objeto de identificação", que pode se tratar de um produto, localidade, veículo, animal, seres humanos ou seres espirituais. São os objetos de identificação.

Em se tratando de seres humanos, existem hoje sobre a face da terra alguns bilhões deste tipo de "objeto de identificação". Cada um deles é único e cada um deles precisa ser caracterizado com exclusividade dentre todos os demais. Esta caracterização de um único ser humano que o seleciona dentre todos os demais é um processo de identificação.

O processo de identificação humana vem sofrendo progressos consideráveis ao longo dos tempos com o avanço da ciência e de processos de caracterização exclusiva. É realmente curioso pensarmos que há bem pouco tempo atrás, pouco mais de um século, nada se conhecia sobre as características exclusivas das impressões digitais como processo de identificação. Hoje em dia dispomos não só das técnicas de datiloscopia, mas também de mapeamento de retina, análise espectrográfica de voz, exame de DNA e, mais recentemente, análise termográfica da face, como processos de identificação.

Entretanto, se nos voltarmos para um par de séculos atrás, nenhum outro processo de identificação havia senão a própria aparência física da pessoa, seu rosto, estatura, etc. Desde o princípio, mesmo quando todas estas técnicas eram desconhecidas, o Criador, com sua sabedoria, colocou em cada ser humano, embora todos dentro de uma única espécie, características de identificação bastante exclusivas. Primeiramente o rosto (mesmo entre gêmeos univitelinos há diferença), depois o corpo, a estatura, depois a variedade de cores de pele, depois a variedade de cores de olhos, a variedade de tipos e cores de cabelos, depois as impressões digitais, os mapas de retinas e finalmente o exame de DNA. Ainda não descobrimos o que mais o Criador colocou como característica exclusiva em cada ser humano que talvez os cientistas ainda venham a descobrir. O Criador, fora de qualquer dúvida, se dedicou bastante ao assunto "identificação".

Só podemos considerar como características positivas de identificação de um "objeto de identificação", aquelas que sejam características permanentes, imutáveis. Aspectos variáveis, que possam sofrer alteração ao longo do tempo, não são características de identificação positiva, por óbvias razões. Assim, aspectos comportamentais, personalidade, habilidades pessoais, conhecimento e outras semelhantes, podem apenas servir como auxiliares de identificação e por um período de tempo bem pequeno.

Nos parece que o problema de identificação humana vem sendo resolvido bastante bem pela ciência humana, pelos órgãos governamentais de cada país quanto à sua implementação, e pelas polícias nacionais e internacionais. Contudo, nosso maior interesse aqui não está voltado para a identificação humana, pois sobre isso já há quem cuide com bastante exatidão. Nosso maior interesse (que deveria ser interesse de todos) está na identificação de seres espirituais invisíveis.

Considerações sobre identificação de seres espirituais

Seres espirituais são, para nós que vivemos abaixo do firmamento, no mundo material, invisíveis. Esta talvez seja a maior dificuldade para as pessoas crerem que eles são reais, pois estão não só acostumadas aos processos de identificação visual e tátil, como desconhecem totalmente a identificação espiritual e a sua realidade. Muitas pessoas preferem ignorar a existência de seres espirituais, invisíveis aos nossos olhos, e nem sequer cogitam sobre sua existência. Mas, no momento, a questão é a identificação dos seres espirituais, partindo do fato de que são reais. E as escrituras nos ensinam que eles são bastante reais.

Seres espirituais, para nós que nos encontramos debaixo do firmamento, não têm rosto, não têm estatura, não têm impressões digitais, não têm mapa de retina, nem tampouco DNA. Teria o Criador deixado os seres espirituais fora de possibilidade de identificação, tendo ele se ocupado diligentemente em identificar cada ser humano? Certamente que não. A identificação é assunto tão importante que o Criador convidou o primeiro ser humano para participar do processo de identificação de cada espécie animal que ele havia recentemente criado. E ele disse que como o homem as chamasse, assim seriam chamadas. As Sagradas Escrituras nos mostram que o Criador chama cada corpo celeste pelo próprio nome, obviamente porque os identifica.

As Sagradas Escrituras nos mostram com grande clareza que no reino espiritual, acima do firmamento, invisível aos nossos olhos, contudo real na sua totalidade, a forma de identificação exclusiva é o NOME de cada ser espiritual. Nenhuma outra forma é encontrada nas Sagradas Escrituras pela qual um ser espiritual possa ser identificado por nós. Não nos cabe conjecturar agora se os seres espirituais possuem qualquer outra forma de identificação entre eles, acima do firmamento, como aparência, cor, tamanho, brilho, ou qualquer outra coisa que nem consigamos imaginar. O fato é, que para nós, enquanto habitando este mundo terreno e material, não temos percepção do mundo espiritual por nenhum de nossos sentidos, portanto, não podemos perceber nenhuma característica de identificação de seres espirituais, a não ser o único revelado nas Sagradas Escrituras: OS NOMES.

O Criador convidou o primeiro homem a dar nomes aos animais que ele havia criado. O Criador chama cada corpo celeste pelo seu nome. O Criador mudou o nome de diversas pessoas, conforme revelado nas Sagradas Escrituras. O Messias mudou o nome de um de seus discípulos. O nome do precursor do Messias não foi escolhido por seus pais, mas por instrução do ser espiritual Gaborul (corrompido como 'Gabriel'), o qual foi enviado ao seu pai, que na época era o sumo-sacerdote. O Nome do Messias também não foi escolhido por homem nem mulher. Foi informado diretamente por um ser espiritual à sua mãe e ao marido de sua mãe.

O próprio Criador, ao qual as Sagradas Escrituras neotestamentárias se referem como o Pai, do qual o Messias é o Filho Unigênito, possui um Nome, o qual foi revelado aos homens e determinado que "...assim serei lembrado de geração a geração". Êxodo 3:15. Não existe, escrituralmente falando, nenhuma outra forma de identificação do Criador, nem tampouco de seu Filho, a não ser os seus Nomes.

É curioso notar como o Criador, em Êxodo 20, proíbe severamente a confecção de imagens de escultura e outra qualquer semelhança "do que há em cima nos céus". A confecção de imagens ou esculturas é uma tentativa idolátrica do ser humano de identificar um ser invisível, de forma visível, contrariando as revelações escriturais de identificação exclusiva pelo nome. Muitas religiões, em especial o catolicismo romano, produzem estas imagens em profusão, dentro de uma dissociação completa da realidade espiritual, pois se observarmos quaisquer destas imagens, não existe identificação positiva visual de nenhuma delas, pois são todas bem diferentes. Os calendários que são distribuidos ou vendidos com imagens pretensamente do Messias, apresentam o Messias retratado de forma totalmente irreal, além de não conseguirmos encontrar duas figuras dele que sejam iguais. Criaram um estereótipo do Messias com cabelos longos e encacheados, com barba, com pele clara e olhos claros. Possivelmente porque o ser humano natural, desligado do conhecimento escritural, associa o belo ao bom e o feio ao mau. Apesar das Sagradas Escrituras afirmarem que "ele não tinha aparência nem formosura", estas imagens idolátricas continuam proliferando, não só desobedecendo à ordem de não produzi-las, como também ignorando a única e exclusiva forma de identificação escritural: o nome.

As identificações erradas

Pode nos custar caro uma identificação errada? Sim. Pode nos sair muito caro. Imaginemos, em primeiro lugar, no plano material, o que pode acontecer devido a uma identificação errada. A lista é interminável de prejuízos possíveis. Pessoas podem ser (e são) condenadas à morte, inocentemente, no lugar do verdadeiro assassino; pessoas podem ser lesadas em suas contas bancárias por outras que se fazem passar por elas; pessoas são lesadas diariamente em seus cartões de crédito por outros que os usam sem serem devidamente identificados; talões de cheques são roubados e a assinatura é falsificada para que o banco identifique erradamente o emissor do cheque; carros são roubados e a numeração é adulterada para criar uma nova identificação para o veículo.

Hoje em dia, em termos de falsificações e violações, as técnicas evoluíram a ponto de até roubarem impressões digitais e mapas de retina para fazer com que uma pessoa possa passar por outra. O triste disso é que não é mais ficção cinematográfica como há alguns anos atrás. É real hoje.

O que dizer dos prejuízos de se identificar erroneamente seres espirituais? Como as Sagradas Escrituras associam com clareza as coisas mais importantes de nossa vida a uma perfeita identificação de seres espirituais, pode-se avaliar rapidamente os enormes prejuízos provenientes de uma identificação errônea.

Como já falamos antes, de forma escritural a identificação é feita pelo nome, e nada mais. Portanto não é difícil entender que o uso indevido de nomes acarreta diretamente a identificação errada de seres espirituais, com seu conseqüente prejuízo. É por meio de adulteração ou substituição de nomes que impostores passam a ocupar o lugar dos verdadeiros. Quando se muda um nome, se muda a pessoa, porque um nome se refere a um ser espiritual, mas outro nome se refere a outro ser espiritual. Lembre-se sempre deste importante conceito, porque ele será necessário ao entendimento de muitos ensinamentos que se seguirão.

No livro de Êxodo, segundo livro das Sagradas Escrituras, de autoria de Mehushúa (corrompido como 'Moisés'), nós o vemos recebendo do Criador a incumbência de ir falar com o faraó do Egito para libertar o povo dele que lá estava cativo há mais de quatrocentos anos. Mehushúa não possuía, naquela época, nem filmadoras, nem câmeras fotográficas, nem gravador de som, nem nenhuma outra forma de mostrar ao faraó e ao povo judaico quem o havia enviado para falar com eles. O Criador não lhe entregou uma procuração em papel assinada e com firma reconhecida, nem tampouco lhe entregou sua carteira de identidade, nem nenhuma outra coisa que pudesse lhe servir de identificação. A única identificação que o Criador deu a Mehushúa (corrompido como 'Moisés') foi o seu Nome. "Qual é o Teu Nome, para que eu diga aos filhos de Yaoshorul", perguntou Mehushúa.

O maior prejuízo para os homens: a Salvação.

As Sagradas Escrituras nos apresentam a salvação da nossa alma e espírito, com conseqüente e futura redenção do nosso corpo, de forma extremamente associada à identificação correta do Salvador, o Messias. Como seres espirituais só são identificados pelos seus nomes, e como só há salvação para a raça humana num exclusivo e único Salvador e Messias, obviamente é necessário que se identifique adequadamente o Salvador pelo seu único e autêntico Nome.
Continuemos então para a parte 2 desse estudo. Partes: 1 2 3 4 5 6 7 8    Próxima    Home


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O NOME DO MESSIAS


 


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Considerações sobre identificação

"Identificação refere-se a um ou mais meios de se caracterizar ou selecionar um único objeto dentre muitos existentes". Quando falamos "objeto" não estamos nos referindo a uma peça física, no sentido em que a palavra é comumente usada, mas tratamos aqui do "objeto de identificação", que pode se tratar de um produto, localidade, veículo, animal, seres humanos ou seres espirituais. São os objetos de identificação.

Em se tratando de seres humanos, existem hoje sobre a face da terra alguns bilhões deste tipo de "objeto de identificação". Cada um deles é único e cada um deles precisa ser caracterizado com exclusividade dentre todos os demais. Esta caracterização de um único ser humano que o seleciona dentre todos os demais é um processo de identificação.

O processo de identificação humana vem sofrendo progressos consideráveis ao longo dos tempos com o avanço da ciência e de processos de caracterização exclusiva. É realmente curioso pensarmos que há bem pouco tempo atrás, pouco mais de um século, nada se conhecia sobre as características exclusivas das impressões digitais como processo de identificação. Hoje em dia dispomos não só das técnicas de datiloscopia, mas também de mapeamento de retina, análise espectrográfica de voz, exame de DNA e, mais recentemente, análise termográfica da face, como processos de identificação.

Entretanto, se nos voltarmos para um par de séculos atrás, nenhum outro processo de identificação havia senão a própria aparência física da pessoa, seu rosto, estatura, etc. Desde o princípio, mesmo quando todas estas técnicas eram desconhecidas, o Criador, com sua sabedoria, colocou em cada ser humano, embora todos dentro de uma única espécie, características de identificação bastante exclusivas. Primeiramente o rosto (mesmo entre gêmeos univitelinos há diferença), depois o corpo, a estatura, depois a variedade de cores de pele, depois a variedade de cores de olhos, a variedade de tipos e cores de cabelos, depois as impressões digitais, os mapas de retinas e finalmente o exame de DNA. Ainda não descobrimos o que mais o Criador colocou como característica exclusiva em cada ser humano que talvez os cientistas ainda venham a descobrir. O Criador, fora de qualquer dúvida, se dedicou bastante ao assunto "identificação".

Só podemos considerar como características positivas de identificação de um "objeto de identificação", aquelas que sejam características permanentes, imutáveis. Aspectos variáveis, que possam sofrer alteração ao longo do tempo, não são características de identificação positiva, por óbvias razões. Assim, aspectos comportamentais, personalidade, habilidades pessoais, conhecimento e outras semelhantes, podem apenas servir como auxiliares de identificação e por um período de tempo bem pequeno.

Nos parece que o problema de identificação humana vem sendo resolvido bastante bem pela ciência humana, pelos órgãos governamentais de cada país quanto à sua implementação, e pelas polícias nacionais e internacionais. Contudo, nosso maior interesse aqui não está voltado para a identificação humana, pois sobre isso já há quem cuide com bastante exatidão. Nosso maior interesse (que deveria ser interesse de todos) está na identificação de seres espirituais invisíveis.

Considerações sobre identificação de seres espirituais

Seres espirituais são, para nós que vivemos abaixo do firmamento, no mundo material, invisíveis. Esta talvez seja a maior dificuldade para as pessoas crerem que eles são reais, pois estão não só acostumadas aos processos de identificação visual e tátil, como desconhecem totalmente a identificação espiritual e a sua realidade. Muitas pessoas preferem ignorar a existência de seres espirituais, invisíveis aos nossos olhos, e nem sequer cogitam sobre sua existência. Mas, no momento, a questão é a identificação dos seres espirituais, partindo do fato de que são reais. E as escrituras nos ensinam que eles são bastante reais.

Seres espirituais, para nós que nos encontramos debaixo do firmamento, não têm rosto, não têm estatura, não têm impressões digitais, não têm mapa de retina, nem tampouco DNA. Teria o Criador deixado os seres espirituais fora de possibilidade de identificação, tendo ele se ocupado diligentemente em identificar cada ser humano? Certamente que não. A identificação é assunto tão importante que o Criador convidou o primeiro ser humano para participar do processo de identificação de cada espécie animal que ele havia recentemente criado. E ele disse que como o homem as chamasse, assim seriam chamadas. As Sagradas Escrituras nos mostram que o Criador chama cada corpo celeste pelo próprio nome, obviamente porque os identifica.

As Sagradas Escrituras nos mostram com grande clareza que no reino espiritual, acima do firmamento, invisível aos nossos olhos, contudo real na sua totalidade, a forma de identificação exclusiva é o NOME de cada ser espiritual. Nenhuma outra forma é encontrada nas Sagradas Escrituras pela qual um ser espiritual possa ser identificado por nós. Não nos cabe conjecturar agora se os seres espirituais possuem qualquer outra forma de identificação entre eles, acima do firmamento, como aparência, cor, tamanho, brilho, ou qualquer outra coisa que nem consigamos imaginar. O fato é, que para nós, enquanto habitando este mundo terreno e material, não temos percepção do mundo espiritual por nenhum de nossos sentidos, portanto, não podemos perceber nenhuma característica de identificação de seres espirituais, a não ser o único revelado nas Sagradas Escrituras: OS NOMES.

O Criador convidou o primeiro homem a dar nomes aos animais que ele havia criado. O Criador chama cada corpo celeste pelo seu nome. O Criador mudou o nome de diversas pessoas, conforme revelado nas Sagradas Escrituras. O Messias mudou o nome de um de seus discípulos. O nome do precursor do Messias não foi escolhido por seus pais, mas por instrução do ser espiritual Gaborul (corrompido como 'Gabriel'), o qual foi enviado ao seu pai, que na época era o sumo-sacerdote. O Nome do Messias também não foi escolhido por homem nem mulher. Foi informado diretamente por um ser espiritual à sua mãe e ao marido de sua mãe.

O próprio Criador, ao qual as Sagradas Escrituras neotestamentárias se referem como o Pai, do qual o Messias é o Filho Unigênito, possui um Nome, o qual foi revelado aos homens e determinado que "...assim serei lembrado de geração a geração". Êxodo 3:15. Não existe, escrituralmente falando, nenhuma outra forma de identificação do Criador, nem tampouco de seu Filho, a não ser os seus Nomes.

É curioso notar como o Criador, em Êxodo 20, proíbe severamente a confecção de imagens de escultura e outra qualquer semelhança "do que há em cima nos céus". A confecção de imagens ou esculturas é uma tentativa idolátrica do ser humano de identificar um ser invisível, de forma visível, contrariando as revelações escriturais de identificação exclusiva pelo nome. Muitas religiões, em especial o catolicismo romano, produzem estas imagens em profusão, dentro de uma dissociação completa da realidade espiritual, pois se observarmos quaisquer destas imagens, não existe identificação positiva visual de nenhuma delas, pois são todas bem diferentes. Os calendários que são distribuidos ou vendidos com imagens pretensamente do Messias, apresentam o Messias retratado de forma totalmente irreal, além de não conseguirmos encontrar duas figuras dele que sejam iguais. Criaram um estereótipo do Messias com cabelos longos e encacheados, com barba, com pele clara e olhos claros. Possivelmente porque o ser humano natural, desligado do conhecimento escritural, associa o belo ao bom e o feio ao mau. Apesar das Sagradas Escrituras afirmarem que "ele não tinha aparência nem formosura", estas imagens idolátricas continuam proliferando, não só desobedecendo à ordem de não produzi-las, como também ignorando a única e exclusiva forma de identificação escritural: o nome.

As identificações erradas

Pode nos custar caro uma identificação errada? Sim. Pode nos sair muito caro. Imaginemos, em primeiro lugar, no plano material, o que pode acontecer devido a uma identificação errada. A lista é interminável de prejuízos possíveis. Pessoas podem ser (e são) condenadas à morte, inocentemente, no lugar do verdadeiro assassino; pessoas podem ser lesadas em suas contas bancárias por outras que se fazem passar por elas; pessoas são lesadas diariamente em seus cartões de crédito por outros que os usam sem serem devidamente identificados; talões de cheques são roubados e a assinatura é falsificada para que o banco identifique erradamente o emissor do cheque; carros são roubados e a numeração é adulterada para criar uma nova identificação para o veículo.

Hoje em dia, em termos de falsificações e violações, as técnicas evoluíram a ponto de até roubarem impressões digitais e mapas de retina para fazer com que uma pessoa possa passar por outra. O triste disso é que não é mais ficção cinematográfica como há alguns anos atrás. É real hoje.

O que dizer dos prejuízos de se identificar erroneamente seres espirituais? Como as Sagradas Escrituras associam com clareza as coisas mais importantes de nossa vida a uma perfeita identificação de seres espirituais, pode-se avaliar rapidamente os enormes prejuízos provenientes de uma identificação errônea.

Como já falamos antes, de forma escritural a identificação é feita pelo nome, e nada mais. Portanto não é difícil entender que o uso indevido de nomes acarreta diretamente a identificação errada de seres espirituais, com seu conseqüente prejuízo. É por meio de adulteração ou substituição de nomes que impostores passam a ocupar o lugar dos verdadeiros. Quando se muda um nome, se muda a pessoa, porque um nome se refere a um ser espiritual, mas outro nome se refere a outro ser espiritual. Lembre-se sempre deste importante conceito, porque ele será necessário ao entendimento de muitos ensinamentos que se seguirão.

No livro de Êxodo, segundo livro das Sagradas Escrituras, de autoria de Mehushúa (corrompido como 'Moisés'), nós o vemos recebendo do Criador a incumbência de ir falar com o faraó do Egito para libertar o povo dele que lá estava cativo há mais de quatrocentos anos. Mehushúa não possuía, naquela época, nem filmadoras, nem câmeras fotográficas, nem gravador de som, nem nenhuma outra forma de mostrar ao faraó e ao povo judaico quem o havia enviado para falar com eles. O Criador não lhe entregou uma procuração em papel assinada e com firma reconhecida, nem tampouco lhe entregou sua carteira de identidade, nem nenhuma outra coisa que pudesse lhe servir de identificação. A única identificação que o Criador deu a Mehushúa (corrompido como 'Moisés') foi o seu Nome. "Qual é o Teu Nome, para que eu diga aos filhos de Yaoshorul", perguntou Mehushúa.

O maior prejuízo para os homens: a Salvação.

As Sagradas Escrituras nos apresentam a salvação da nossa alma e espírito, com conseqüente e futura redenção do nosso corpo, de forma extremamente associada à identificação correta do Salvador, o Messias. Como seres espirituais só são identificados pelos seus nomes, e como só há salvação para a raça humana num exclusivo e único Salvador e Messias, obviamente é necessário que se identifique adequadamente o Salvador pelo seu único e autêntico Nome.
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    2008-09-11

SALVAÇÃO PARA TODOS


JESUS CRISTO SALVADOR 
 

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João 1
1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
2 Ele estava no princípio com Deus.
3 Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens;
5 E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
9 Ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo o homem que vem ao mundo.
10 Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu.
11 Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que crêem no seu nome;
13 Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.
14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade.

Salmo 83
18 Para que saibam que tu, a quem só pertence o nome de JEOVÁ, és o Altíssimo sobre toda a terra.
 
 
Isaías 42
1 Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se apraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios.
2 Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na praça
 
8 Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura.
9 Eis que as primeiras coisas já se cumpriram, e as novas eu vos anuncio, e, antes que venham à luz, vo-las faço ouvir.
Rei das Nações
(mp3 - 1,7MB)

Grandes e admiráveis são
As Tuas obras Ó YAOHUH UL
Justos e verdadeiros são
Os Teus Caminhos Ó Rei das Nações

Quem não temerá
E não engrandecerá
O Teu Nome, ó Altíssimo?
Somente Tu és Santo e,
Em conseqüência
Todas as nações virão
Se prostrarão em Tua presença
Por causa dos Teus atos de justiça
Que se fizeram manifestos
Ó Rei das Nações

Ó Rei das Nações, ó Rei das Nações
Quem não Te temerá, ó Rei das Nações
Ó Rei das Nações, ó Rei das Nações
Quem não engrandecerá o Teu Nome

O SEGREDO DA FELICIDADE DE TODO HOMEM

  1. PRIMEIRA LEI

DEUS TE AMA, E TEM UM PLANO MARAVILHOSO PARA A SUA VIDA.

O AMOR DE DEUS
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigénito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna"
(João 3:16).

O PLANO DE DEUS
Cristo afirma: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (uma vida plena e com propósito) (João 10:10).

Por que é que a maioria das pessoas não conhecem essa "vida em abundância"?


  2. SEGUNDA LEI


O HOMEM É PECADOR E ESTÁ SEPARADO DE DEUS; POR ISSO NÃO PODE CONHECER NEM EXPERIMENTAR O AMOR E O PLANO DE DEUS PARA A SUA VIDA.

O HOMEM É PECADOR
"Pois todos pecaram e separados estão da glória de Deus" (Romanos 3:23). O homem foi criado para ter um relacionamento perfeito com Deus, mas por causa da sua desobediência e rebelião, escolheu seguir o seu próprio caminho, e o relacionamento com Deus desfez-se. O pecado é um estado de indiferença do homem para com Deus.


O HOMEM ESTÁ SEPARADO
"Porque o salário do pecado é a morte" (separação espiritual de Deus) (Romanos 6:23).

[LAW 2 DIAGRAM]


Deus é santo e o homem é pecador. Um grande abismo separa-os. Mas o homem sente que lhe falta algo, tem um vazio e está continuamente a procurar alcançar Deus e a vida abundante, através dos seus próprios esforços: vida recta, boa moral, filosofia, etc.

A Terceira Lei oferece-nos a única resposta para o problema da separação...


  3. TERCEIRA LEI


JESUS CRISTO É A ÚNICA SALVAÇÃO DE DEUS PARA O PECADO DO HOMEM. POR MEIO DELE VOCÊ PODE CONHECER O AMOR E O PLANO DE DEUS PARA A SUA VIDA.


ELE MORREU EM NOSSO LUGAR
"Mas Deus prova o seu próprio amor para connosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8).

ELE RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS
"Cristo morreu pelos nossos pecados... foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras."

(I Coríntios 15:3,4).


ELE É O ÚNICO CAMINHO
Respondeu-lhe Jesus: "Eu sou o caminho e a verdade, e a vida: ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6).

[LAW 3 DIAGRAM]


Deus ligou o abismo que nos separa dele, ao enviar o seu Filho, Jesus Cristo, para morrer na cruz em nosso lugar.

Não é suficiente conhecer estas três leis...


  4. QUARTA LEI


PRECISAMOS RECEBER JESUS CRISTO COMO SALVADOR E SENHOR, POR MEIO DE UM CONVITE PESSOAL. SÓ ENTÃO PODEREMOS CONHECER E EXPERIMENTAR O AMOR E O PLANO DE DEUS PARA A NOSSA VIDA.


PRECISAMOS RECEBER CRISTO
"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber; aos que crêem no seu nome" (João 1:12)

RECEBEMOS CRISTO PELA FÉ
"Porque pela graça sois salvos; mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não das obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8-9).

RECEBEMOS CRISTO POR MEIO DE UM CONVITE PESSOAL
Cristo afirma: "Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa" (Apocalipse 3:20)

Receber Cristo implica num desejo de mudança de vida, uma nova atitude para com Deus, é deixar de confiar em nossos próprios esforços, creando que Cristo, ao entrar em nossos vidas faz de nos aquilo que Ele quer  que sejamos.

 

Estes dois círculos representam dois tipos de vida:

Qual dos dois círculos representa a sua vida?
Qual deles desejaria que representasse sua vida?
Eu gostaria de explicar-lhe como pode receber Cristo.

 

 


VOCÊ PODE RECEBER A CRISTO AGORA MESMO EM ORAÇÃO
(Orar é falar com Deus)

Deus conhece o seu coração e está mais interessado na atitude do seu coração do que nas suas palavras. A oração seguinte serve como exemplo:

"Senhor Jesus, eu preciso de ti. Abro a porta da minha vida e recebo-te como meu Salvador e Senhor. Toma conta da minha vida. Agradeço-te porque perdoas os meus pecados e aceitas-me como sou. Desejo estar dentro do teu propósito para minha vida".

Esta oração expressa o desejo do seu coração?
Se assim for, faça-a agora mesmo e Cristo entrará em sua vida, como prometeu.

Você fez esta oração agora?  



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